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Força de Vendas em Portugal: tendências, desafios, objetivos e futuro.

Penso, claramente, que o nosso foco tem de ser o FUTURO. O futuro baseado no queremos SER, CONSTRUIR e VIVER.

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Patricia Sousa Diretora de Força de Vendas em Salesland Portugal

O nosso departamento de comunicação desafiou-me para escrever um artigo sobre a área de Força de Vendas em Portugal: tendências, desafios, objetivos e futuro.

Quando me debrucei a pensar no que escreveria, sobre os diversos temas, pensei no que já vivemos, no que estamos a viver e no que queremos viver. Para mim a peça-chave deste puzzle é exatamente o que QUEREMOS viver! Não quero com isto dizer que não é importante o passado e o presente. Sem eles não se constrói o futuro! Penso, claramente, que o nosso foco tem de ser o FUTURO. O futuro baseado no queremos SER, CONSTRUIR e VIVER.

Assim sendo, Força de Vendas, em Portugal, sempre foi construída tendo como base clientes da Banca, venda de cartões de crédito. Será que faz sentido continuar nesta vertente apesar da nova Lei de Intermediação Financeira? Claro que sim! É uma área que nos apaixona, da qual somos lideres com uma experiência de 15 anos e com equipas totalmente profissionalizadas e preparadas! Sem dúvida, sabemos FAZER!

Mas, olhando de forma mais macro devemos DIVERSIFICAR. Este é um dos maiores desafios que a área tem em mãos. Temos que trabalhar para encontrar/seduzir outros mercados, outros serviços sobre os quais temos a certeza que teremos tanto sucesso como com os atuais. Do que falo? De todos os produtos que se possam vender: ramo alimentar, de telecomunicações, de imprensa,… Dir-me-ão vocês: Vender, em stand, todos estes produtos? Não é uma ideia obsoleta? Não. Uma vez que somos um país com clara apetência para o mundo digital, podemos potenciar/disponibilizar um serviço 360º juntos dos nossos clientes.

Temos que desenvolver ao máximo o trabalho entre as equipas de Força de Vendas e da Salesland Digital. A venda tem que ser vista de uma forma global e com produtos globais uma vez que o universo comercial deixou de ser redutor do ponto de vista “físico”. Vender um produto e/ou serviço não pode significar a venda per si mas algo que possa levar o cliente até ele (uma app, uma password para aceder através de um link). Nestes casos, unimos a segurança de uma venda feita por profissional no stand com um elemento não-tangível (digital).

Por outro lado, Portugal está a desenvolver-se consideravelmente em Ponto de Venda e em Venda Remota e deverá ser, também, nestas duas áreas as que devemos apostar.

Em suma, temos uma equipa sólida, muito profissional e, acima de tudo, com olhos postos no FUTURO onde, tenho a certeza, vamos conseguir abraçar todos os desafios que se nos deparem e de forma VENCEDORA!

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NOTA INFORMATIVA DE COMUNICACIÓN: Se ha utilizado el masculino como genérico sin que esto suponga ignorancia de las diferencias de género existentes, al efecto de no realizar una escritura demasiado compleja.
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